terça-feira, 28 de julho de 2009

Capítulo 14 - Divisão

{Desculpem o tempo que demorei a postar =X
Estou disponivel para questões xD}


Capitulo 14 -> Divisão

Tinha passado apenas uma hora desde que eu deslizei pela janela de Bella e corri pela floresta para chegar à minha casa. Tomei banho e mudei de roupa para ir para a escola. Engraçado eu nunca tinha estado ansioso pela escola antes, mas Bella modificou isso abruptamente. Ela mudava mais do que eu apenas pensava. Eu assinalei e livrei-me dos pensamentos.

Alice lançou-me as chaves do meu Volvo. Assim que as apanhei ela deu-me um olhar solene e pôs as mãos nos seu quadril. Ela não precisava de dizer nada. Ou mesmo o pensamento disso para saber o que ela queria. Eu ainda não tinha apagado o meu humor felicíssimo por isso em vez de perguntar e arruinar-lhe o dia antes de começar; eu olhei para baixo e caminhei para a parte de trás da casa. Rosalie já estava pronta no carro dela. Fiquei agradecido à vaidade dela que salvou a manha. Tudo o que ela podia pensar era em todo o caso de lhe dar um brilhante carro uma vez mais a ostentá-lo na escola hoje.

- Oh não vens connosco outra vez, Edward?; perguntou-me Emmett.

Virei-me para o encarar e vê-lo andar pela garagem com o Jasper, fechar atrás dele e segurando a mão de Alice. A cara dela ainda tinha o beicinho firme no lugar. Eu não disse nada mas o meu humor ficava amargo bastante rapidamente. Dei-lhes um rápido olhar gelado, para silenciar os seus julgamentos, eu subi para dentro do meu carro.

O meu humor começou a elevar-se lentamente mais perto da casa de Bella. Aproximar-me para tê-la perto de mim, de novo. Uma pequena parte de mim ainda esperava que ela rejeitasse o meu convite. Recusar-se a entrar no meu carro. Rejeitar estar perto de mim. Uma pequena parte de mim quis que ela mantesse a distancia. Para ignorar-me. Mas essa pequena parte ficava mais menor ao passar dos dias. Eu não tinha certeza se isso era uma coisa boa.

Estacionei na esquina da rua e observei o Charlie ir para o cruzamento, em seguida, prontamente na sua lenta condução.

Os meus olhos focados directamente na janela do quarto dela. Eu vi ela dar uma rápida olhadela, fracamente ouvia o seu coração omitir uma batida amorosa que lhe corou as bochechas. Ela estava obviamente na esperança que eu estivesse aqui novamente. O mesmo de ontem. Eu questionei-me por quanto tempo eu poderia continuar com esta bizarra rotina com ela ... Isto devia acabar agora mesmo. Antes de ser tarde demais.

Isto já era demasiado tarde. Pensei lembrar-me da minha raiva nas palavras semelhantes que ela me disse na outra noite. Metade de mim estava rosnando, eu estava preocupado agora porque não podia encontrar aquele confortável lugar que eu tinha estado recentemente. Tentava fazer o que é certo numa situação muito incorrecta com nenhuma esperança à vista.

Eu observava-a cuidadosamente, sem torna-lo evidente, como ela fechava a porta e caminhou para o lado do passageiro do meu carro. Eu quase bati nas fechaduras e disparei para fora do carro, mas como ela se aproximava eu não a pude parar ou melhor, eu não a queria parar, de abrir a porta e entrar.

- Bom dia; disse-lhe através de um sorriso que eu nem sabia como o tinha feito. - Como estas hoje?; olhei para o seu rosto e lembrei-me como ela mal tinha dormido.

- Bem, obrigado; respondeu ela.

Os olhos dela brilhavam mas os círculos embaixo contradiziam-se. - Tu pareces cansada; empurrei, esperando saber mais sobre o que a tinha mantido tão agitada.

- Eu não conseguia dormir; disse simplesmente sem maior elaboração. Como a frustração disto era. Como frustrante era eu nunca saber. Eu observei-a passar o longo cabelo castanho pelo ombro. Tentando esconder o pescoço? Bella estaria a tentar aliviar a minha tentação?! Eu não deveria estar divertido pelo pensamento, mas eu não podia ajuda-la. Ligeiramente repugnado comigo mesmo e ainda mais irritado por ela e o seu completo sentido de preservação eu deixei-o ir e meti o motor a trabalhar.

- Nem eu podia; respondi-lhe casualmente.

Ela deixou escapar um pequeno sorriso assim que respondeu. - Eu a penso que é verdade. Suponho que dormi somente um pouco mais do que tu.

- Eu aposto que sim.

Antes que eu pudesse novamente falar-lhe, as perguntas estavam de volta. - Então, o que fizes-te a noite passada?

- Sem hipóteses; interrompi-a, havia tanto que ainda não sabia sobre ela. E eu queria saber tudo. - É o meu dia, para fazer as perguntas.

- Oh, é verdade; ela replicou a dobrar a testa por nenhum motivo aparente isso descontentou-a. - O que tu queres para saber.

- Qual é a tua cor favorita ?; comecei rapidamente.

Ela revirou os olhos como se ela estivesse a espera de pergunta pior; - Muda de dia para dia.

- Qual é a tua cor favorita hoje?; insisti.

- Provavelmente marron (castanho).

Que estranha escolha. "Marron?" Eu meditei com a duvida na minha voz. Mas antes que eu pudesse perguntar o porque, ela pareceu ler a minha mente.

- Claro, marrom é quente. Tenho saudades de marrom. Tudo o que é suposto ser marrom - troncos das arvores, rochas, sujidade ; são cobertas por um manto verde aqui.

Eu fitava os olhos dela enquanto escutava. Porque que eu questiono a escolha dela ? Era bonito, profundo, cativante.

Comecei a divagar e amuei sem que ela se apercebesse.

- Tens razão. Compus os pensamentos e olhei para longe. - Marrom é quente. Conclui em voz alta. Instintivamente a minha mão dirigia-se para a mão dela. Eu oscilei durante menos de um segundo antes de lhe pegar numa madeixa de cabelo e coloca-la para trás dos ombros.

Ela não deveria preocupar-se com as minhas tentações. Ela não deveria preocupar-se com nada.

Assim que conduzi para a escola, facilmente encontrei um lugar para estacionar, voltei-me para olhar para Bella novamente. Eu não queria ter de me separar dela e ir para as aulas. Eu quis-lhe pedir para ficar no carro comigo. Eu queria desvendar os seus olhos mais um pouco. Para ver os seus lábios moverem quando ela falam. Para cheirar o seu odor quando ela brincava com o seu cabelo. Ignorando o fogo que se formou agora na minha garganta eu sabia, eu não a queria longe de mim, nem por um momento. Para com isso. Eu lutei comigo novamente. Já tinha passado os reinos da sanidade mental, eu realmente precisava um empurrão disto de alguma maneira? Não eu não precisava de me esforçar. Esse era o problema. Isto ia-se prolongar por si mesmo não interessava se eu empurrava ou puxava. Eu estava limitado fora do meu controlo e eu precisava de reinar de volta.

Bella pertencia na luz solar. Eu pertencia na escuridão. Onde a minha verdadeira pessoa não poderia ser vista. Exilado. O modo como a fintei, o modo como ela cheira para mim ... Ela deveria estar a correr a partir do meu carro agora mesmo.

Isso não aconteceu e nunca ira acontecer, nada vulgar crescia entre nós. Agora estava seguro para continuar o meu questionário.

- Qual é a musica que está no teu leitor de CD's neste preciso momento?

Conforme ela mencionava o nome da banda eu deixei um meio sorriso reinar na minha cara e os meus recentes pensamentos. A ironia foi, como sempre, apenas durante um tempo. Procurei dentro do meu compartimento de CD's, folhei entre eles para encontrar um em especial. Eu não podia ajudar mas senti-me um pouco presunçoso ao provar que estava errado. Nada vulgar crescia eu meditei ...

- Debussy a isto ?; entreguei-lhe o CD a Bella. Ela olhou para a capa e reconheceu-o. Era o mesmo CD que ela tinha acabado de mencionar.

O dia continuou num modo preguiçoso, num padrão repetitivo. Mas nunca fiquei aborrecido.

Como é habitual o silêncio da mente dela, não me deu respostas, por isso eu perguntei questão após questão. Revelando detalhes fascinantes enquanto ela ia para as aulas, até a hora de almoço. Eu reuni os tipos de filmes que ela gostava. Ela não tinha viajado muito mas ela provavelmente gostaria de explorar o mundo. Eu perguntei sobre os seus livros favoritos. Isto pareceu entusiasma-la. Ela falou muito sobre o que um bom livro deveria de ser e o que ela já tinha lido. Ela respondeu a todas as minhas questões, em maioria com uma incerteza perplexa. Algumas, porém, faziam-na corar. Isso divertia-me e eu pressionava mais um pouco o assunto só para ver a cor das suas bochechas aprofundar. Agora eu estava intrigado sobre o porque de uma simples questão sobre a sua pedra preciosa, que ela disse que era topázio, ela ficou com as bochechas vermelhas tão rapidamente.

- Diz-me. ; exigi-lhe após a sua relutância em responder.

Ela tirou o olhar da minha cara e suspirou em derrota. A brincar com o cabelo, ela falou serenamente.

- Porque é a cor dos teus olhos hoje. ; ela pareceu ansiosa e acrescentou. - Eu suponho que se me perguntasses há duas semanas eu diria ónix.

Antes que eu começasse a ficar irritado com ela sobre as observações, eu prossegui com a questão seguinte.

- Que tipo de flores preferes?; ela parecia que pedia agradecia por ter mudar de assunto.

O meu questionário teve uma pausa em Biologia assim que Sr. Banner decidiu terminar o vídeo que "estava-mos" assistir sobre Fotossíntese. Discretamente eu deslizei a minha cadeira um pouco mais longe da de Bella, na antecipação daquela estranha electricidade que parecia se intensificar na sala escura.

Isto não ajudou. De todo.

Observei Bella na escuridão conforme se inclinava para a frente do quadro descansando o queixo entre os seus braços dobrados. Olhei fixamente para a cara dela durante um longo momento antes que os meus olhos vagueassem pelo seu cabelo seguido das mãos que estavam juntas firmemente na mesa, tal como as minhas. Nada de vulgar, pensei de novo, com sem humor. A hora arrastou-se como antes, eu tive o desejo de tocar na pele suave dela, para sentir o calor da sua mão na minha. Várias vezes eu quase a toquei mas ordenava-me a mim próprio para parar. Eu sabia que isso provavelmente abriria uma barreira de dilúvio. Mas nada me parava de cometer erro atrás de erro. Assim que o vídeo terminou e as luzes voltaram, eu apercebi-me que estava a ponto de abandonar a sala e nunca mais olhar para trás mas os meus pés recusavam-se a mexer. Eu estava congelado na sala. Agora eu percebi que isso não era sobre se eu partiria para longe de Bella. Era sobre se eu conseguia.

E neste momento, isso era bem claro, eu não conseguia.

Acompanhei Bella ate à sua aula no ginásio em silencio, cruzei os braços. Eu não a queria deixar. Cada onda de energia que eu punha no cuidado entre ela era desnecessária. Ela estava no centro de cada pensamento que ouvia agora. Como poderia escapar disto ? Nós paramos em frente ao ginásio que alcançamos, sem nenhum segundo de pensamento ou hesitação .. e eu toquei na cara dela, com a palma da minha mão. O calor nunca deixou de surpreender-me.

Voltei-me sem lhe dizer nada e andei para a aula de Espanhol. O Emmett estva a minha espera, apoiado contra uma parede fora da sala.

Ei, rapaz, já tens um melhor aspecto agora, do que tinhas esta manha. Ele assumiu.

- Obrigado. ; resmunguei-lhe rapidamente.

Eu não sabia que lhe responder com outra palavra melhor. Instalamo-nos na turma. Eu comecei a remexer pelas mentes de companheiros de turma de Bella e professor. Experimentar todos os ângulos, para adquirir uma melhor visualização da sua cara. Aquele rapaz, Newton, ainda estava num modo hostil em relação a Bella. Isto irritou-me muito pela maior parte porque a sua hostilidade foi extraviada. Eu não queria nada mais do que ir até lá e partir a raquete dele no seu braço frágil...

Então Edward o que está errado ? Vi Emmett e percebi que quase sai fora da cadeira.

- Nada. ; sussurrei-lhe voltando a posição normal numa cadeira. Então firmei-me calmamente. Durante quanto tempo iria eu guardar esta barreira silenciosa ? - É o Mike Newton; acrescentei - Ele realmente está a começar a incomodar-me.

O Emmett não pensou mais sobre este assunto. E eu escutava os seus pensamentos vir com uma dúzia de razões e conclusões para esta "idiotice" como ele lhe chamava.

A aula finalmente terminou e eu dei a Emmett um olhar vencido e apressei-me para o ginásio. Para Bella.

Um enorme sorriso na sua cara e ela suspirou calmamente para ela própria. Sorri também, um sorriso largo e aliviado.

Eu não me permiti muito tempo em silencio antes de começarem de novo as minhas perguntas. Desta vez, eu quis os porquês e os comos das suas respostas. Eu queria saber sobre a vida dela antes de Forks. Antes de mim. Embora não fosse um pensamento agradável era como se eu tentasse compensar a incapacidade de ver a mente dela. As primeiras gotas de água começaram a dar lugar às mais pesadas, por isso nós sentamo-nos em frente a casa do pai dela durante horas, enquanto ela me dizia cada imagem, cada aroma e cada detalhe da vida dela em Phoenix. Apercebi-me que já tínhamos chegado à parte em Forks assim que ela acabava a descrição do quarto desarrumado dela.

- Já acabas-te ? ; ela perguntou no meu silencio.

- Nem de perto ... mas o teu pai esta quase chegar a casa.

- Charlie! ; ela disse em voz alta, como se ela estivesse esquecida de onde nós estávamos. - Oh, como é tarde. ; os olhos dela arregalaram-se assim que encontrou o relógio.

- É o crepúsculo. ; eu disse sussurrando para mim. Olhei através do horizonte e perguntei-me se seria preciso continuar a frase. Olhei de novo para Bella, ela fintava-me como se soubesse que havia mais. - É a altura mais segura do dia para nós. Eu cedi. - O melhor tempo mas também o mais triste, de certa forma ... o final de mais um dia, o regresso da noite. A escuridão é tão previsível, não achas ?

- Eu gosto da noite. Sem o escuro, nós nunca veríamos as estrelas. Não que daqui se possa ver muito. ; ela respondeu e eu ri para ela, dos seus continuos encontros e faltas de Forks.

- Charlie chega dentro de poucos minutos. Por isso, a menos que lhe queiras dizer sobre nós dois juntos no sábado...

- Obrigado, mas não obrigado. ; ela começou a reunir os livros. - Então, amanha é a minha vez ?

- Certamente que não! Amuei com um sorriso. - Eu disse-te que ainda não tinha acabado, não disse ?

- O que há mais ?

- Amanha descobrirás. Conclui e cheguei até a ela, que estava na porta. No meio do som do seu coração a correr, comecei a ouvir um carro que se aproximava da casa e uma outra voz. Tive de me acalmar de quase arrancar a maçaneta da porta.

- Nada bom. ; disse-lhe calmamente.

- Que se passa ? ; perguntou Bella um pouco perplexa.

Eu olhei para a sua expressão chocada e disse - Outra complicação.

Deixei rapidamente a porta aberta e afastei-me dela. Um carro escuro passando por uma poça de água. O meu controle não iria durar. Bella precisava de entrar para dentro de casa. Agora. - Charlie está virando a esquina. ; disse severamente. Ela imediatamente desceu e foi para a chuva. Dei um olhar penetrante para o carro e acelerei de lá para fora sem mais nenhuma palavra.

quinta-feira, 9 de julho de 2009

Capitulo 13 - Equilíbrio

Caro visitante devo informar que o livro oficial do Sol da Meia Noite não esta completo, mas encontrei na Net o resto do livro escrito por uma fã inglesa.

E eu quando terminei de ler o livro, os 12 capítulos, não consegui esperar mais e procurei por algum que estivesse terminado. (Nem que fosse por uma fã).

No site http://www.fanfiction.net/s/4595300/1/Midnight_Sun_Fiction_From_where_SMeyer_left_off podem encontrar a obra na língua original.

Apartir desse site é que traduzi para português e peço imensas desculpas se a tradução não estiver perfeita.
Qualquer erro que notem ou qualquer pergunta que queiram fazer, estão a vontade para deixar um comentário que eu estou disponível para os ler =)


Continuação Do Midnight Sun – Sol da Meia-Noite

Capitulo 13 -> Equilíbrio


Como eu baixo a velocidade no caminho sinuoso eu sabia o que se estabelece à minha frente. A minha casa. Assim como a floresta mais fina eu sabia que tinha de enfrentar. A minha família. Eu tenho a certeza que Rosalie tinha informado o resto deles na sua própria historia com palavras coloridas, das minhas recentes revelações sobre a rapariga humana. A rapariga humana que ela poderá não vir a ser. A rapariga humana que tem sido materializada para fora do meu próprio inferno pessoal. A rapariga humana que é a minha punição por ser um monstro. A rapariga humana que é inconfundível pelo seu perfume que ainda hesita comigo. A rapariga humana ... Bella, quem na verdade aceitou o demónio junto dela durante o dia inteiro. Bella quem tocou e não se arrependeu das minhas mãos geladas. Bella ...

Assim que estacionei na garagem eu olhei de relance para o carro vermelho ao pé de mim. Qualquer felicidade deste dia tinha desaparecido. Eu tinha-a deixado a porta de Bella conforme conduzi para longe apenas por um tempo. Na esperança dela ficar segura e dar-me as boas-vindas do modo que ela deu-me hoje.

NÃO! Eu rosnei para mim. Não. Eu espero que ela não me dê as boas-vindas em sua casa. Para a seu próprio bem. Ela merece melhor.

Eu tranquei o carro e somente pensei que todos, excepto Alice, estavam a minha espera. Seus pensamentos alcançaram-me antes de eu chegar a porta. O mais alto foi a sequencia de blasfémias vindas da Rosalie. Seguido do riso tranquilo de Jasper. O meu pai tinha um confuso sentido de alivio nos olhos mas os seus pensamentos revelavam preocupação.

Eu reflecti pensamentos deles. Sobre a minha sanidade mental. Talvez o Emmett esteja certo. Eu penso que talvez estou a perde-la.

Esme parecia que tinha lágrimas de alegria, se ela pudesse tê-las. Os pensamentos dela soavam como um sussurro de uma canção. Uma dança de felicidade e as únicas palaras que consegui captar foram: "Ela é especial, filho".

"Oh bolas, vulgar" Emmett aumentou repentinamente o pensamento, para a próxima televisão antes silibando silenciosamente;
- Tu é que começas-te com isto, por isso lidas agora tu com a Rose.

- Precisas de falar, Edward?; Carlishe perguntou-me num tom que normalmente é usado em pessoas que perderem recentemente a cabeça. Fintei-o inexpressivamente, ignorando o olhar penetrante de Rosalie, a tentar que eu me concentrasse na sua mente. Os mesmos que ele teve na noite, eu o tirei de volta a Port Angeles para lhe mostrar aqueles ... Eu sentia a raiva infiltrar-se dentro de mim ... Aquelas bestas. A minha fúria percorria os meus braços ate ás minhas mãos. Apertei firmemente os punhos, para a impedir de ir mais além. Causando mais algum dano. Apenas justificando o facto que eu não era suficientemente bom para ela.

Tentei ver através da neblina e escutar novamente os pensamentos de Carlishe.

"Edward, ela é especial. Esme também pensa assim. Olha o efeito que ela tem sobre ti", Eu desapertei ligeiramente os punhos. "A mudança que nós todos vemos em ti é absoluta como do dia para a noite. Virar as costas ao que esta a acontecer, agora, só impediria tudo o que és e tudo o que tens trabalhado, filho". Inesperadamente perdi a concentração pelos seus pensamentos e fui embater na mente de Rose. A minha fúria tinha diminuído, ainda que não completamente e ela só fez com que a fúria voltasse em força dentro de mim. Eu rosnei-lhe para as palavras não ditas e o seu sorriso presunçoso e disse-me que era esta a reacção que ela queria provocar em mim, pelos seus doentios pensamentos.
Pensamentos de levar uma vida pura, inocente da rapariga que é apenas perigosa para ela própria.

- Tão típico Rose. Tu deves ...

As minhas palavras ficaram frustradas enquanto eu caia de joelhos e gritava.

- Não! Não. Não, Bella, Não!

O sangue embebeu a sua roupa, enquanto ela permanecia quieta, agora num corpo frio inanimado. Continuando branco. Eu não conseguia parar de olhar. Tapei os olhos com as minhas mãos mas aquela visão ainda estava atormentava e eu soltei mais um grito de agonia da minha boca. A dor era insuportável. Como se o meu coração estivesse a tentar rasgar o meu peito. Como se ele ganhasse vida e começasse a bater apenas só para o sentir desfazer-se dentro de mim. O sofrimento era quase demasiado ... Mais um grito largado da minha boca assim que vi ela ao meu lado. Mãos e lábios ensanguentados. Um sorriso na face do meu mostro.

- Para com isso, Rose; eu ouvi a Alice dizer num tom final.
- Patético; Rosalie respondeu e visões cessaram, ouvi as pegadas dela à medida que saia pela porta. Levantei-me num movimento rápido, flexível e antes de poder segui-la eu senti a mão pesada de Emmett no meu ombro.

- Acalma-te, puto; a voz dele soou baixa e determina. - Eu vou falar com ela.
- Eu não ia falar com ela; sussurrei-lhe.

Alice agora estava ao lado do Emmett e ela lançou-lhe um olhar indiferente. Escarneci para ela mas Emmett já seguia as pegadas de Rosalie, para lá da porta sem me dar uma resposta. Alice virou lentamente o olhar para mim.
- Eu não preciso de adivinhar no que ela estava a pensar; ela sussurrou-me - Mas Edward se tu poderias ...

- Agora não, Alice; eu desprezei-a brutalmente ainda tentava controlar a minha raiva. Voltei o meu calcanhar e lancei-me em direcção às escadas, dei a Carlisle e Esme, um pequeno olhar despedaçado. Dentro de um secundo, eu já estava dentro do meu quarto, ouvir a porta a fechar atrás de mim assim que me dirigi para enorme janela. Eu tentei bloquear todos os pensamentos mas em vez disso eu fui saudado por um intruso desconhecido.
Quase provei o seu sangue, ela enviou o carmim que flui dentro dela, o bruto sussurro vindo de dentro. Neste momento, a minha garganta estava em chamas, eu fechei os olhos, imaginando, agradecer ao veneno que começava a preencher a minha boca.

Eu abri de novo os olhos e apercebi-me que no meu bolso estava a tampa da garrafa conforme eu lhe toquei, eu senti o fogo ir e vir, onde ela tinha tocado na minha mão. Um fogo que eu posso suportar. O calor continua inalterado.

Sem um pensamento de segundos, fui ligar o meu sistema de música, na esperança de drenar os pensamentos sangrentos completamente. Enquanto a musica encheu o quarto eu comecei a cantarolar fora da sintonia. Não, não é fora da sintonia ... A sossegada canção de embalar da linda rapariga a dormir , inundou a minha cabeça com musica.

Não muito longe de a ver novamente. Naturalmente ela não podia saber disto. Eu conseguia imaginar dela se ela descobrisse que eu ando a vê-la a dormir. Ela provavelmente sairia correndo e deixava Forks para sempre. Uma parte de mim esperava isso. Para o seu próprio bem. Apenas para o seu próprio bem.

Houve uma leve batida na porta e antes que eu pudesse dizer-lhe para ir embora Alice entrou. Voltei-me para olhar ela, deslizando a pequena tampa de volta ao bolso.

- Vais vê-la hoje à noite, não vais?; ela disse sombriamente.

Suspirei - O que é que queres, Alice?

Ela sorriu para a minha tentativa fracassada de a afastar.
- Bem ... ; ela começou a andar na minha direcção.

- Eu penso que é bastante injusto que tu continues a guardar a minha futura melhor amiga só para ti; ela lamentou-se.

Eu revirei os olhos e voltei-me para olhar o lado de fora da janela.
- O teu futuro é cada vez mais sólido, Edward; fez uma pausa e continuou - Cada vez que eu tenho uma visão da Bella Swan ser magoada, aquela imagem enublada é rapidamente substituída por uma mais sólida de ela com ... contigo. Sempre contigo.

"Claro, ela estaria comigo. Eu sou o seu protector. Por agora. Por enquanto é justificável", assim eu pensava.

Ou até ela corra de mim, a gritar vai ela, eu pensei menos confiante.

- Alice, o que é que queres?; repeti-lhe a questão, por falta de novas palavras.
- Por agora, nada; ela começou em um tom brincalhão - Eu consigo ver que ainda não estas pronto para isso, ainda; depois a voz dela tornou-se seria - Mas, quanto mais tentas e corres dela, pior consegues. Por isso porque não paras, Edward. Para e aceita ...

- ... Que eu possa matá-la um dia; acabei a frase dela.

- Não!; ela disse num tom mais alto e sarcástico modo.

Eu vi os olhos dela estreitos no reflexo da janela e deixei descair a minha cabeça. Ela estava ao pé de mim, agora.

- Tu não vais faze-lo. E tu sabes-o. Tu já o terias feito se fosse esse o caso, Edward. E eu ia dizer, de modo que tu precisas de aceita-la como parte da tua vida agora.

Eu não tinha palavras para lhe responder.

- E minha; ela acrescentou calmamente.

- Tenho de ir; disse-lhe apressadamente. Eu nem ia esperar pela resposta dela, corri para fora de casa. Atravessava a floresta o mais rápido que podia. Estava a meio do caminho da casa dela quando eu percebi toda a ironia. Eu deveria estar a fugir da Bella Swan. Não a ir na direcção dela. Correndo para bem longe dela. Deixa-la viver a vida que ela valia. Não alterando o seu destino. É como se eu não tivesse controlo de mim. Certo e errado. É tudo caótico. Completamente complicado um com o outro. Apenas como Bella e eu. Dois opostos que estavam juntos. Ela estava certa, bela e pura. Eu estava errado, monstruoso e viciado.

Eu parei os meus pensamentos em frente da casa dela. A minha mente dizia ao meu corpo que cada passo que dava, estava errado, que eu deveria voltar a trás. Mas aquela voz chamava-me para mais perto, tenho de ir ao quarto dela. Calmamente deslizei pela janela e ela, como se soubesse, deu-me uma saudação de chamar levemente o meu nome. Toda a minha felicidade estava de volta. Ela comprou-a dentro dela. Estava presente aqui no quarto dela.

Eu fiquei quieto enquanto esperava por ela dizer o meu nome, vezes e vezes sem conta. Sentia-me como se estivesse em casa.

Isto é errado. Mal. Rosnei.

Eu esperei outro momento antes de a ouvir respirar. Agora relaxado, eu estav em conflito entre ir em direcção dela ou ir para o meu lugar habitual, na cadeira de baloiço.

Não cometerei mais erros, lembrei-me.

A cadeira de baloiço ganhou o conflito. Conforme me sentei, senti o seu perfume em meu redor. Invasão de novo no meu corpo. Mas o odor foi ficando mais fácil, até o mostro já estava tranquilo. Eu queria ir ao pé dela e acariciar-lhe a bochecha. Apenas para sentir o macio da pele quente pela última vez.

E logo novamente pela última vez. E novamente ... Eu senti-me fraco e ganancioso quando cheguei perto dela. Eu só queria mais e eu sabia que não podia ... Não podia controlar-me.

Antes que eu pudesse, eu caminhava para a cama, lentamente e estava no ponto de alcance para acariciar a face dela, quando ela se agitou de novo. Desta vez muito mais do que o habitual.

Ela está acorda!

Lancei-me para o chão e permaneci quieto.

Oh não! Eu acordei-a? Não apenas interferia na vida diária com agora interrompia o sono dela. Sim, eu fui ganancioso.

Estás feliz agora? Pensei para mim furiosamente.

Bella sentou-se em cima da cama e esfregou os olhos. Eu tentei deslizar para debaixo da cama, discretamente, no caso de ela sair. Naquele precioso momento lembrei-me do que a Rosalie tinha dito "Patético".

Isto realmente era patético. Eu nem devia estar aqui.

Eu ouvi-a desistir, caiu de novo na cama e eu muito rapidamente e silenciosamente fui até à sombra mais próxima ao canto do quarto. Eu devia ter ido embora pela janela. Mas por alguma razão lógica eu queria ficar. Bella poderia acordar e ver-me aqui e eu nem estava pensando em deixa-la tão cedo.

Abalei a minha cabeça. Eu pensei que ela precisava de ser internada?

Ela agitou-se novamente em volta da cama. Ela realmente não estava nada pacifica esta noite. Eu queria tanto ficar junto dela. Abraça-la. Tranquilizar qualquer agitação que não a permitia dormir. Mas eu provavelmente só faria pior. Transformar seus sonhos em mim, para pesadelos.

Conforme deve ser. Um monstro como eu não tem lugar em sonhos de criação de um anjo. Eu tinha de deixar o quarto dela, neste preciso momento. Visionei a janela.

- Edward?; ela disse num tom interrogativo. Eu congelei. Será que ela realmente viu-me? Eu sou assim tão descuidado? Ela sussurrou de novo o meu nome e lançou o braço por cima do cobertor e rodeou-se dele com um pequeno sorriso na cara.

Eu estava desfeito.

Dorme minha querida Bella. Dormir. Eu pensei. E deixei as minha costas deslizarem de novo para o lugar em que estava e fiz planos de a ver dormir até o sol me perturbasse.